Trabalhar em outra área: larguei tudo e fui ser feliz no exterior

André Polistchuck

André Polistchuck, geólogo de formação e apaixonado por tudo aquilo que a geologia engloba, embora nunca tenha sido fã de trabalhar na área. Entusiasta a sempre buscar o lado bom das coisas, aspirante a escritor mesmo sem ter publicado nada, amante de histórias de viajantes e do café. Já morou no Brasil, na Bélgica e na França. É daqueles que topa trabalhar com qualquer coisa para juntar um dinheirinho para viajar o máximo possível. Um verdadeiro colecionador de conhecimento e histórias de viagens.

15 comentários em “Trabalhar para viver ou viver para trabalhar?

  • 26 de junho de 2017 em 18:23
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    Uma baita reflexão. EU também larguei minha área para trabalhar com outra coisa, e de inicio assustava o sentimento de ‘jogar fora’ anos e anos de estudo.
    É importante saber qual a hora de pular fora do barco que não ta levando a gente pra felicidade. E remar na canoa na direção do que dá 🙂

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  • 26 de junho de 2017 em 16:49
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    Muito bom seu post, André. Adorei a forma que vc abordou o assunto e adorei essa frase final de que experiências de vida não vão no curriculo, mas sim com a gente!
    É como dizem com aquela famosa frase de que dinheiro nem sempre traz felicidade.. e que a felicidade pode estar nas coisas mais simples! Muito legal ver toda sua experiência e como você chegou a finalmente fazer algo que te fez mais feliz!

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  • 26 de junho de 2017 em 15:27
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    Adoro ler e além das ideias analiso o modo de as pessoas se espressarem. Adorei o seu ‘no fundo das profundezas mais profundas…’ e a honestidade com o leitor e com você mesmo. Tenho visto muita gente nessa crise dos 30… É tão mais fácil quando as pessoas não se questionam e são felizes com o simples, né? Por outro lado, pessoas mais complexas tendem a viver mais experiências, o que na minha opinião é a razão de nossas vidas. Viva a complexidade, a dúvida, a metamorfose! Abraços e boa sorte nesta fase.

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  • 26 de junho de 2017 em 15:26
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    Que experiência e tanto! Eu no momento estou quase do mesmo jeito, aberta a novas oportunidades, já que a minha profissão aqui onde eu moro não tem muito campo! É uma inspiração pra continuar tentando! Abraços

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  • 26 de junho de 2017 em 14:38
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    adorei seu texto e história andré! muitas alegrias nessa nova empreitada de barista 😀

    abraço 😉

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  • 25 de junho de 2017 em 20:32
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    Arrasou, André! Eu enxerguei que preferia ser feliz a ter “status” ainda antes de terminar a faculdade. Estagiava na minha área em lugares cheios de “importância”, pra ganhar currículo e pra cumprir tabela, mas o que eu gostava mesmo era de viajar, emendava feriados e fazia acordos pra poder viajar pra fora do Brasil ao menos uma vez a cada dois meses. Como era estagiária e não ganhava bem, trabalhava em bares, festas de casamento, formatura e o que mais desse uma grana rápida (e que fosse honesto, é claro).
    Me formei, passei pra uma vaga de emprego numa rede hoteleira em Paris, a empresa deu pra trás nas vésperas do meu embarque. Foi foda, o processo tá rolando na Justiça ainda, mas essa zica toda me fez a pegar freelas pra levantar uma grana e a parada deu tão certo, que parei de procurar emprego formal e hoje vivo por conta do blog e de um ou outro job que valha muito a pena.
    Embora a profissão “blogueira” ainda seja muito marginalizada, não penso em voltar para o mercado formal. O trabalho é penoso, mas me dá liberdade e me faz feliz. Quero mais o quê?

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  • 25 de junho de 2017 em 19:44
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    Adorei o texto. Ficou demais! O importante é ser feliz, sempre. Parabéns por compartilhar!

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  • 25 de junho de 2017 em 06:48
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    André, adorei esse post. É muito sincero e também tocou dentro de mim, pois também “abandonei” a carreira que escolhi na faculdade e hoje estou nesse momento de transição. A diferença é que eu nunca ganhei muito dinheiro na minha área não (audiovisual), então a coisa de ganhar menos não bate tanto, nunca ganhei mais. Mas é sempre complexo, são muitas dúvidas, caminhos abertos… mas prontas pra ser feliz! Vai dar certo! 🙂

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  • 21 de junho de 2017 em 21:33
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    A discussão que você levantou é quas e que uma das bandeiras que carrego por aí e falo a sempre. Quantas pessoas acham que somente um hobby pode ser legal e um trabalho é chato?! Ou porque trabalhamos? Acho ótima a reflexão no tema pra mudar algumas questões que precisamos rever na sociedade. 😉

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  • 21 de junho de 2017 em 12:56
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    André, super me identifiquei com você! Este ano, larguei a fisioterapia. Não porque não gostava, eu amava! Mas, depois de 9 anos no mercado vi que não tinha mais pra onde crescer. E entrei em parafuso! Estou desde fevereiro tentando me encontrar…
    Você pode me mandar um e-mail para conversarmos melhor? Obrigada!

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  • 21 de junho de 2017 em 07:45
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    Excelente texto diz tudo das pessoas que pensam em viver na Europa por muito tempo, aqui voc~e realmente apreender a viver melhor.

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  • 20 de junho de 2017 em 14:45
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    Olá Andre, demais seu post!! Estou bem nessa busco do eu interior, independente de remuneracao e status, mas sim de paz e felicidade!
    Abdiquei da minha formacao de engenheiro hidrico e estou indo trabalhar e estudar no Japao.
    Tive o prazer de estudar com a Niki e com a mais nova membra da equipe, a Julia!
    Nao lembro exatamente se chegamos a nos conhecer, de toda forma, muito prazer e muito inspirador seu post também, um forte abraco!
    Obs: meu teclado esta sem pontuacao, entao nem ligue para ausencia deles, acho que da pra entender..rs
    Toshio Nagata

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  • 20 de junho de 2017 em 13:20
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    Fala André! Que fantástica sua história, meu caro!

    Eu assim como você tive que optar por um caminho a seguir desde muito novo. Gastei muito tempo e muita energia em um serviço que escolhi impulsivamente e que digamos que não me satisfez pessoalmente. Lógico que no começo eu estava contente, mas, passou-se o tempo, amadureci e descobri que o que eu estava fazendo já não me era o suficiente (nessa época eu era sargento do Exército)

    Há 4 anos resolvi mudar totalmente meu estilo de vida e hoje atuo em uma Universidade Federal… Mas, novamente, já estou sentindo a necessidade de mudança…

    Acho que no fim somos todos assim, ninguém curte a rotina, todos queremos viver experiências novas, que nos façam sentir vivos. A mudança é benéfica, oxigena a vida, traz novos ânimos.

    Atualmente penso muito em conciliar algum novo trabalho com minhas viagens, o que irá exigir um esforço duplo (já que também sou casado haha)

    De qualquer forma, é sempre bom ler textos assim, me sinto mais confortável em saber que não sou o único com essa necessidade de buscar a felicidade além do dinheiro

    Um abraço!

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  • 19 de junho de 2017 em 18:47
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    André: clap, clap, clap!
    Amei sua história! Que inspiração! O Universo se abre para nós quando nós nos abrimos para ele, não é?
    Identifico-me bastante com você, pois sou bióloga, amo o que a Biologia estuda e inspira, mas nunca curti trabalhar na área :/
    E agora estou num momento de reviravolta na minha vida também. Saí ano passado do meu emprego CLT na área farmacêutica, vim morar com meu namorido na Dinamarca, e estou indo pra outro lado: comunicação, escrita, marketing e outras coisas que eu ainda estou descobrindo.
    Cara, PARABÉNS! É isso aí!
    Grande abraço

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  • 19 de junho de 2017 em 14:46
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    Que demais seu post.
    Acho que é bem isso. Encontrar o que te faz feliz é a chave de tudo.
    Eu sou fisioterapeuta de formação, e atuo há 16 anos na área, mas desde abril sai do mercado, e confesso que estou muito mais feliz.
    Nem sempre dinheiro traz felicidade.
    Boas escolhas para você!

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