Parque Nacional da Serra da Capivara: uma viagem à pré-história

Serra da Capivara: uma viagem à pré-história

O Parque Nacional da Serra da Capivara, no Piauí, possui a maior concentração de sítios arqueológicos das Américas

Muita gente não sabe, mas o Piauí possui o parque arqueológico com a maior concentração de pinturas rupestres do mundo, conhecido como Parque Nacional da Serra da Capivara.

Com vários atrativos e uma beleza única, o local é um verdadeiro museu a céu aberto. Além de abrigar fauna e flora específicas da Caatinga pouco estudadas, a região conta com pelo menos 1.334 sítios arqueológicos cadastrados (sendo 173 deles abertos à visitação); manifestações e vestígios da presença do homem pré-histórico, com datações de até 60.000 anos; além de um infindável cemitério de animais da megafauna; de onde são, periodicamente, descobertos e retirados ossos de mastodontes, tigres-dente-de-sabre, preguiças gigantes e muitas outras espécies extintas há milênios.

Gostou da idéia, mas acha que ele fica um pouco “fora de mão”? Vem conferir tudo o que você precisa para chegar até lá, pois esta viagem à pré-história vale cada centímetro de asfalto percorrido.

 

Parque Nacional da Serra da Capivara:

Localizado no sudeste do estado do Piauí e com um perímetro de 214 Km, o Parque Nacional engloba áreas dos municípios de São Raimundo Nonato, João Costa, Brejo do Piauí e Coronel José Dias.

A área vem sendo estudada e pesquisada por uma equipe franco-brasileira desde 1970. No entanto, foi somente em 1979, através do Decreto nº 83.548 de 5 de junho de 1979, que o Parque Nacional da Serra da Capivara foi criado, com a finalidade de proteger um dos maiores tesouros arqueológicos do mundo.

Inicialmente com 100.000 ha, a proteção ao Parque foi ampliada pelo Decreto de nº 99.143 de 12 de março de 1990 com a criação de Áreas de Preservação Permanentes – APPs adjacentes em um total de 35.000 ha.

Em 13 de dezembro de 1991 a UNESCO declarou o Parque Nacional da Serra da Capivara como Patrimônio Cultural da Humanidade.

Parque Nacional (Parna) da Serra da Capivara
Abundância de sítios arqueológicos na região do Parque Nacional da Serra da Capivara. Fonte: IPHAN.

A partir de 1993, o Parna passou a constar também no Livro de Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico, do IPHAN. No local, foram localizados cerca de 400 sítios arqueológicos; a maioria deles com painéis de pinturas e gravuras rupestres de grande valor estético e arqueológico.

Em 2005, foi criado o Mosaico de Unidades de Conversação, através da Portaria MMA nº 76, de 11 de março de 2005, abrangendo os Parques Nacionais Serra da Capivara e Serra das Confusões e o Corredor Ecológico que conecta os dois parques. A área total do Corredor Ecológico é de 414 mil ha e inclui os municípios de São Raimundo Nonato, Canto do Buriti, Tamboril do Piauí, Brejo do Piauí, São Braz, Anísio de Abreu, Jurema, Caracol e Guaribas.

Além de ser considerado um tesouro arqueológico, a área do Parque constitui quase 40% da Caatinga protegida no Brasi e uma beleza rara. Com a vegetação densa da caatinga e uma fauna rica da região, os visitantes, frequentemente, podem se deparar com jaguatiricas, tatus, seriemas, onças, gatos-do-mato, macaco-prego, além de variada avifauna, lagartos e serpentes. Cânions gigantescos, ilhas de florestas e cerrados, lagoas e fontes naturais também completam o cenário indescritível do Parque Nacional da Serra da Capivara.

Ecoturismo Parque Nacional
Parque Nacional da Serra da Capivara. Foto: NiKi Verdot.

Desde 2002, a administração da unidade é realizada por uma parceria entre o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO) e a FUMDHAM – Fundação Museu do Homem Americano, a qual hoje é dirigida pela arqueóloga Niéde Guidon (responsável, graças ao seu trabalho, em grande parte pela criação do Parque).

Maiores informações:

Parque Nacional da Serra da Capivara

Telefone: (89) 3582-2085 / (89) 3582-2031

E-mail: parnaserradacapivara@icmbio.gov.br

 
Infra-estrutura:

A Serra da Capivara apresenta uma infra-estrutura excelente, com sinalização por todos os lados, trilhas demarcadas, guias credenciados e treinados, áreas específicas para piqueniques, além de 17 dos seus 172 pontos de visitação com acesso aos cadeirantes.

Graças a está infra-estrutura, em apenas dois dias, é possível conhecer os lugares mais famosos da área e observar os testemunhos das populações caçadoras e coletoras que viveram na região. O recomendável porém é que se reserve pelo menos quatro dias para percorrer toda região, visto que os sítios arqueológicos estão a quilômetros de distância uns dos outros.

 

Quando ir:

É possível visitar o Parque Nacional da Serra da Capivara em qualquer época do ano, a paisagem, porém, pode variar de acordo com a época do ano.

De novembro à maio, é a estação das chuvas. O clima é mais ameno, a vegetação ganha uma cor verde intensa e apresenta folhas e flores. Nos meses de maio e julho a vegetação adquire um aspecto outonal, com colorações vermelhas, amarelas e marrons, e posterior perda das folhas. De agosto a novembro, no período da seca, o ambiente fica mais desértico e a maior parte da vegetação já perdeu as folhas.

Vale lembrar que a região é quente durante todo o ano, mas o calor pode atingir níveis altíssimos entre os meses de outubro e novembro, quando a temperatura pode chegar a 48ºC.

 

Como chegar:

O principal ponto de referência para o acesso ao Parque é a cidade de Petrolina, que tem um aeroporto com vôos regulares (por onde eu cheguei). Tanto de Petrolina (350 Km de distância), quanto de Teresina (510 Km de distância), saem ônibus para o município de São Raimundo Nonato, onde se encontra a sede administrativa do Parque Nacional da Serra da Capivara. O acesso à Guarita do Boqueirão da Pedra Furada, no entanto, dista 26 Km da sede administraiva, enquanto o acesso à Guarita da Serra da Vermelha fica à 19 Km de disância, ambas no limite do Parque Nacional.

Via aérea: O aeroporto de São Raimundo Nonato está em construção. Enquanto isso, você pode pegar um voo até Petrolina/PE (maneira mais rápida) ou Teresina/PI.

Via terrestre (ônibus intermunicipal)Partindo de Teresina para São Raiumundo Nonato é possível pegar um ônibus pelas empresas Transpiaui ou Princesa do Sul. Já para quem está saindo de Petrolina, a empresa responsável por este transporte é a Gontijo.

Via terrestre (carro): Saindo de Teresina, o acesso é feito pela BR-343 até a cidade de Floriano, seguindo pela PI-140 até São Raimundo Nonato. São 530 km de asfalto. Hoje em dia as estradas já estão em boas condições. Saindo de Petrolina, por sua vez, recomenda-se seguir pela rodovia BR-407, até chegar no Posto Fiscal de Pipocas no Piauí. A partir de então, deve-se tomar a estrada para Queimada Nova, até chegar em São João do Piaui/PI, e seguir pela rodovia BR-020 sentido São Raimundo Nonato/PI. 

Parna Serra da Capivara
Estrada para o Parque Nacional da Serra da Capivara. Foto: NiKi Verdot.
Interior do Piauí construções locais
Construções locais. Caminho para São Raimundo Nonato. Foto: NiKi Verdot.
Onde ficar:

Importante destacar que o Parque não dispõe de áreas para pernoitar, alojamento ou camping para os visitantes. Em São Raimundo Nonato, a cidade mais próxima, por sua vez, existem diversas opções hotéis e pousadas.

Em Coronel José Dias existem pousadas, além do Camping Pedra Furada, localizado no Povoado “Sítio do Mocó”.

Camping Pedra Furada

Telefone: (89) 9409-1569 / (89) 9405-1907

 

Ingressos:

Os ingressos custam R$ 25,00, por pessoa. Brasileiros tem 50% de desconto e, portanto, o ingresso sai por R$ 12,50. Populações dos municípios do entorno e do Corredor Ecológico Serra da Capivara-Serra das Confusões, assim como para beneficiário de programa de desenvolvimento social voltado para famílias de baixa renda tem um desconto de 90%, sendo o custo do ingresso de apenas R$ 2,50. Idosos acima de 60 anos e crianças abaixo de 12 anos são isentos.

O acompanhamento por um guia credenciado e treinado pelo ICMBio e pela FUMDHAM é obrigatório; esta taxa é paga à parte. Mais informações sobre os condutores locais cadastrados junto ao Parque Nacional da Serra da Capivara no final deste post. 

 
Museu da Fundação do Homem Americano – FUMDHAM:

Antes de entrar no Parque Nacional da Serra da Capivara é aconselhável fazer uma visita ao Museu da Fundação do Homem Americano, que foi criado em 1986 para auxiliar os trabalhos arqueológicos realizados no Parque.

Com cerca de cem relíquias em exposição, a visita no museu é uma introdução perfeita para seu passeio na Serra da Capivara. Lá estão preservados colares de 8.000 anos, ferramentas líticas de 9.000 anos, um crânio de quase 10 mil anos descoberto no Sítio dos Coqueiros, localizado dentro do parque, e até fezes fossilizadas com quase quatro milênios.

Museu Parque Nacional Serra da Capivara
Museu da Fundação do Homem Americano – FUMDHAM. Foto: NiKi Verdot.
Sítio arqueológicos – destaques no Parque Nacional Serra da Capivara:

A visita completa aos sítio arqueológicos pode ser feita em seis dias, a pé ou com veículos especiais. O parque conta, atualmente, com 17 sítios acessíveis aos cadeirantes.

Os 64 sítios abertos à visitação podem ser visitados percorrendo-se 14 trilhas predeterminadas. Todos os circuitos estão repletos de sítios arqueológicos estruturados com escadas e passarelas que facilitam a observação das pinturas rupestres. Estas, em geral, retratam figuras antropomórficas e zoomórficas em plena interação; e trazem à tona temas como: caçadas, animais extintos, guerras, homens e mulheres, sexo em grupo, rituais, luta, dança e até um casal dando um “selinho”.

Sítios arqueológicos no Brasil
Pinturas rupestres no Parque Nacional da Serra da Capivara. Foto: NiKi Verdot.
Sítios arqueológicos com pinturas rupestres
Pinturas rupestres no Parque Nacional da Serra da Capivara. Foto: NiKi Verdot.

Existem trilhas de diversas categorias, desde as mais leves, de 20 minutos, às mais pesadas, de 4 a 6 horas de caminhada e diversos níveis de dificuldade. Mas uma coisa é certa: as caminhadas podem até ser exaustivas, mas são altamente recompensadoras.

Independente do circuito escolhido, os principais atrativos da Serra da Capivara são as paisagens e os sítios arqueológicos. Segue abaixo um breve resumo dos destaques do Parque:

Toca do Boqueirão da Pedra Furada: No caminho você irá se deparar com uma longa passarela de metal que permite a apreciação de mais de mil pinturas rupestres; que, segundo a FUNDHAM, chegam a ter 29 mil anos e se espalham em um paredão com 70 m de comprimento. Abaixo desta estrutura de metal encontra-se um enorme vão, que evidencia mais de 400 m quadrados de escavações ocorridas por ali. Próximo ao Boqueirão da Pedra Furada já começa uma escadaria com 350 degraus que leva o visitante até um mirante com vista para a Pedra Furada.

Sítio Arqueológico no Brasil
Paredão com pinturas rupestres. Foto: Daniela Prioli.
Parque Nacional Serra da Capivara
NiKi e Dani no mirante da Pedra Furada. Foto: Guia local.

A formação da Pedra Furada, por sua vez, é uma abertura de 15 m de diâmetro em um paredão com mais de 60 m de altura; o cartão-postal do Parque Nacional da Serra da Capivara. É o mais famoso ponto de visitação do parque.

O sítio pode ser visitado também à noite – para isso deve-se agendar com antecedência junto à administração do Parque.

Toca do Boqueirão da Pedra Furada
Pedra Furada no Parque Nacional da Serra da Capivara. Foto: NiKi Verdot.

Toca do Sítio do Meio: Neste sítio, além do complexo painel de pinturas rupestres que mostram figuras humanas e de cervídeos, feitas com um pigmento vermelho e consideradas algumas das melhores expressões artísticas da Serra da Capivara; os arqueólogos encontraram vestígios de instrumentos usados pelos antigos habitantes, como objetos de pedra lascada e fragmentos de cerâmica.

No local ainda foram encontrados restos de fogueiras (de até 14.000 anos), pedaços de cerâmicas (quase 9.000 anos) e pedras lascadas. A machadinha de pedra polida de 9.200 anos que é destaque do Museu do Homem Americano também veio de lá.

Baixão do Perna I:  Onde foram descobertas ferramentas de pedra lascada, ossos de animais assados pelos caçadores, restos de fogueiras e pinturas rupestres.

Baixão do Perna II:  Localizado sobre uma plataforma rochosa que, de acordo com as pesquisas, abrigou acampamentos humanos há milhares de anos. Nas pinturas rupestres do lugar aparecem homens realizados ações cerimoniais.

Toca do Caldeirão dos Rodrigues: Localizado à 80 m acima do vale do Boqueirão da Pedra Furada, neste sítio é possível encontrar pinturas que retratam cerca de 12 mil anos de evolução estilística e cultural. As escavações no local já permitiram encontrar vestígios da presença humana de aproximadamente 18 mil anos.

Baixão das Andorinhas: Local onde ocorre o encontro mais marcante com a fauna da região. Recomendado para um final de passeio, o local oferece o encontro mais marcante com a fauna da região. No final da tarde pode-se observar os Andorinhões descendo aos abrigos nos cânions (boqueirões); e se tiver sorte, o planar dos urubus-rei, que gostam de frequentar o cânion. Além das aves, a paisagem do cânion por si só é espetacular.

Baixão das Andorinhas
NiKi Verdot no Baixão das Andorinhas. Foto: Daniela Prioli.
Baixão das Andorinhas
NiKi Verdot no Baixão das Andorinhas. Foto: Daniela Prioli.
Cânios Parna Serra da Capivara
NiKi e Dani no Parque Nacional da Serra da Capivara. Foto: Guia local.

Além dos sítios arqueológicos, o Parque Nacional da Serra da Capivara resguarda ainda sítios históricos; onde se pode observar casas de antigos maniçobeiros que habitaram o lugar; e que viviam da coleta da maniçoba até meados do século XX. Os sítios históricos concentram-se na região da Serra Branca, que pode ser visitada através da Trilha dos Maniçobeiros.

Por sua importância e singularidade geomorfológica, a região está sendo cotada para receber o título de Geoparque.

 
Dicas e Orientações:

– Usei roupas leves e confortáveis, que facilitem os movimentos a transpiração do corpo;

– Use botas ou tênis confortável, protetor solar e chapéu;

– Leve uma garrafa com água potável e alguns lanchinhos leves. Lembre-se: É proíbido dar comida aos animais!

– Não esqueça de levar uma sacolinha para colocar seu lixo;

– Siga as orientações dos condutores: não toque nas pinturas; mantenha-se nas trilhas e passarelas; não colete flores, plantas, pedras ou outro qualquer item natural do parque; não faça muito barulho; e não pratique depredações (como rabiscar sobre rochas e cascas de árvores);

– No entorno, é possível conhecer a produção de cerâmica com pinturas rupestres e o trabalho dos artesãos;

– Divirta-se, aprenda, tire fotografias, e leve boas recordações!

Pinturas rupestres em cerâmicas
Procuração de cerâmica com motivos de pinturas rupestres – Entorno do Parque Nacional da Serra da Capivara. Foto: NiKi Verdot.
Serviços:

A contratação de um guia para te acompanhar pelo Parque é obrigatória. A entidade é baseada em São Raimundo Nonato; e a diária de um guia custa entre R$ 80,00 e R$ 120,00 (para grupo de até oito pessoas).

 

ACOVESC – Associação de Condutores de Visitantes Ecoturísticos do Parna Serra da Capivara

Endereço: Praça Comendador Piauilino, S/N

Telefones: (89) 9411-8901/ (89) 9985-4977

E-mail: acovesc@yahoo.com.br

 

Caso prefira contratar os serviços de uma agência de viagem:

 

Cia da Capivara – Turismo e Aventura

Telefone: (89) 3582-1084 / (89) 9432-6266

E-mail: ciadacapivara@hotmail.com 

 

Receptive Travel Agency Trilhas da Capivara 

Telefone: (89) 9978-8460 / (89) 3582-1294

E-mail: trilhascapivara@uol.com.br

 

Selva Branca 

Endereço: Praça Major Toinho, nº 280, Centro

E-mail: selvabranca@hotmail.com

Telefone: (89) 9411-8901

 

SilverTur

Telefone: (89) 3582-2582 / (89) 3582-1294

E-mail: silvertur.srn@hotmail.com

 
Referências:

PARQUE NACIONAL DA SERRA DA CAPIVARA. Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. Consultado em 04 de março de 2017.

PARQUE NACIONAL DA SERRA DA CAPIVARA. Cadastro Nacional de Unidades de Conservação do Ministério do Meio Ambiente. Consultado em 04 de março de 2017.

 

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NiKi Verdot

NiKi Verdot, além de ser uma apaixonada pela vida, considera-se uma viciada em viagens. Mal acaba de chegar de uma e já está pensando nas próximas (no plural, é claro!). Tem o passaporte carimbado em 16 países (tendo passado por mais de 140 cidades) e adora compartilhar suas fotos, dicas e experiências, com o objetivo de ajudar a todos que, assim como ela, são viciados em viagens.

14 comentários em “Serra da Capivara: uma viagem à pré-história

  • 26 de junho de 2017 em 08:57
    Permalink

    Certa vez eu fui numa palestra sobre esse lugar, é um lugar realmente fascinante. Achei muito interessante o relato – postagem super informativa! – e tenho muita vontade de conhecer.

    Resposta
  • 22 de junho de 2017 em 10:45
    Permalink

    Caramba, há muito tempo não escutava falar de São Raimundo Nonato! Lembro do lugar por causa das minhas aulas de história do Ensino Fundamental. Esse lugar é um tesouro! Não sabia que a geografia do lugar era tão maravilhosa assim e, sinceramente, acho que falta muito investimento em divulgação e turismo para a região. É o tipo de lugar que todo brasileiro deveria conhecer. Adorei o relato!

    Resposta
  • 22 de junho de 2017 em 00:29
    Permalink

    Eu tenho vontade de visitar o parque mas confesso que nunca busquei informação a fundo e seu post está super completo, com dicas super bem vindas. Adorei.

    Resposta
  • 19 de junho de 2017 em 18:21
    Permalink

    Que post super completo, Niki, adorei! Que lugar mais sensacional, amaria ter uma oportunidade de poder visitar o local e ver tudo isso, fazer trilhas por lá e ver as pinturas rupestres. Um lugar muito único e que nunca vejo ninguém falar que já visitou!

    Resposta
  • 18 de junho de 2017 em 17:58
    Permalink

    que lugar tão diferente, nem imaginava que teria um lugar assim no Nordeste, vontade de explorar essas cavernas!

    Resposta
  • 18 de junho de 2017 em 12:05
    Permalink

    que lugar diferente, nunca tinha ouvido falar! fico encantada em saber dos lugares com pinturas rupestres, o mais perto de mim fica em Tibagi no PR!!

    Resposta
  • 18 de junho de 2017 em 10:21
    Permalink

    Olha só, que legal! Ainda não conheço o Piauí mas já faz um tempo que estou com vontade de ir. Parabens pelo post, gostoso de ler e lindas fotos!

    Resposta
  • 17 de junho de 2017 em 09:29
    Permalink

    Uau! Que post super completo! Ainda não tive oportunidade de conhecer a Serra da Capivara, mas com certeza fiquei mais motivada depois de ler o seu post – além de ter que voltar aqui depois para pegar todas as dicas certinho! Parabéns por desbravar um destino ainda tão pouco conhecido, mas ao mesmo tempo tão importante, e compartilhar tudo conosco! Beijo grande.

    Resposta
  • 3 de junho de 2017 em 10:54
    Permalink

    Bom ler as dicas! Está na minha lista de locais para ir. Quero muito conhecer.

    Resposta
  • 31 de maio de 2017 em 17:27
    Permalink

    Que parque incrível! Já tinha até ouvido falar, mas ainda não tinha lido um relato tão completo!

    Deve ser muito interessante vivenciar toda esta história que está presente no lugar e ainda de quebra contemplar essas paisagens surreais.

    Curti muito o post, parabéns =)

    Resposta
  • 31 de maio de 2017 em 07:14
    Permalink

    Eu, que gosto tanto de olhar para o passado dos lugares para entendê-los, ia sentir-me radiante aí! E o melhor: é tudo nosso. Nossa história, nossas raízes! Como conhecemos pouco não é mesmo?!

    Em tempo: gostei do preço para moradores dos municípios do entorno: uma maneira de incentivar um melhor conhecimento do Brasil!

    Resposta
  • 30 de maio de 2017 em 08:31
    Permalink

    Nossa, muito interessante esse lugar. Ja tinha ouvido falar mas nunca tinha procurado um relato. Adorei. Lindas fotos .
    Obrigado por compartilhar

    Resposta
  • 29 de maio de 2017 em 14:41
    Permalink

    Que incrível! Eu acho sites arqueológicos super interessantes, ver resquícios de como era a humanidade me faz ficar encantada! Só acho pena que o acesso ainda seja relativamente difícil, ia adorar conhecer!

    Resposta
  • 29 de maio de 2017 em 09:58
    Permalink

    Oi Niki, li sobre o parque outro dia. Fiquei impressionado com as inscrições nas rochas. A gente acha que só em outros países que podemos ver algo assim e aqui no Brasil já tínhamos também civilizações que “marcaram” seu território. Foi ótimo ler o relato e complementar o que já tinha lido sobre. Obrigado.

    Resposta

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